Obs: este texto contém alto índice de parcialidade, clubismo e lado passional de torcedor :)
26 de maio. Hoje é o Dia Mundial do Desafio. A cidade onde eu moro, Montenegro, neste dia sempre disputa com outros municípios quem consegue mobilizar mais gente a sair da rotina. São municípios de outros estados e até outros países. Montenegro já é pentacampeã (woow que orgulho :D). Nos últimos anos venceu todos os desafios. A batalha deste ano (nossa, batalha é uma palavra muito forte para um embate que só beneficia) é contra uma cidade de El Salvador. Li no jornal da cidade, mas peço desculpa por não recordar o nome. Enfim, acho que devo ajudar Montenegro a vencer mais uma vez. Então, me peguei pensando no que seria um desafio pra mim? Como eu saio da rotina? E o que me veio à cabeça?? O Grêmio, óbvio.
Hoje, às 19:30, tem jogo no Monumental. Grêmio contra Avaí. Jogo de meio de semana é bem difícil eu ir até o Olímpico, mas pelo PFC é certa a minha presença. Mas e o Dia do Desafio? Não assistir à partida seria o meu ‘sair da rotina’ perfeito. Embora, desafio de verdade tenha sido assistir aos jogos nos últimos tempos. Confesso que ainda não consigo entender essa queda repentina do time. Gauchão não é parâmetro. Ok. Mas o Grêmio foi bem contra Inter e Flu na Copa do Brasil. Aquilo foi um ataque de Imortalidade então? Ou um ataque de sorte de repente. Fico intrigada, pois parece que só eu me iludi que tínhamos um bom time e que era possível almejar algo a mais. Tem jogador que tinha muitos créditos comigo, mas que já estão acabando. Não está mais satisfeito? Vai embora então. Mas não fica se fazendo de focado no time, porque dá pra ver que não está.
Sim, eu disse que sair da rotina para mim seria não assistir ao Tricolor hoje. Mas juro, eu não consigo. Nunca deixei de olhar, nem na pior derrota. Não vai ser agora que vou deixá-lo. Falando com um amigo, chegamos à conclusão de que a culpa de o Grêmio não ganhar mais títulos pode ser nossa. Afinal, desde 2002, quando começamos a acompanhar de verdade o clube, ele não ganhou mais nada que preste e ainda caiu para a Série B. E nem por isso eu desisti. Estou aqui vivendo de Gauchões, vagas para a Libertadores e eliminações nas semifinais. Uma frase que li esses dias no Twitter (tenho aprendido muita coisa nele, algumas pouco produtivas) resume bem o porquê disso tudo: “meu amor pelo Grêmio é mais Imortal que o próprio time!”. E vai ver é verdade mesmo.
Sobre o desafio: terei que pensar em outra coisa ainda. Sei lá, quem sabe dar uma caminhada, dançar (minha nossa, muito tenso), praticar tiro ao alvo (sempre quis fazer isso) ou comemorar uma vitória do Tricolor, que me dói dizer isso, mas já faz tempo que não é mais rotina.
Hoje, às 19:30, tem jogo no Monumental. Grêmio contra Avaí. Jogo de meio de semana é bem difícil eu ir até o Olímpico, mas pelo PFC é certa a minha presença. Mas e o Dia do Desafio? Não assistir à partida seria o meu ‘sair da rotina’ perfeito. Embora, desafio de verdade tenha sido assistir aos jogos nos últimos tempos. Confesso que ainda não consigo entender essa queda repentina do time. Gauchão não é parâmetro. Ok. Mas o Grêmio foi bem contra Inter e Flu na Copa do Brasil. Aquilo foi um ataque de Imortalidade então? Ou um ataque de sorte de repente. Fico intrigada, pois parece que só eu me iludi que tínhamos um bom time e que era possível almejar algo a mais. Tem jogador que tinha muitos créditos comigo, mas que já estão acabando. Não está mais satisfeito? Vai embora então. Mas não fica se fazendo de focado no time, porque dá pra ver que não está.
Sim, eu disse que sair da rotina para mim seria não assistir ao Tricolor hoje. Mas juro, eu não consigo. Nunca deixei de olhar, nem na pior derrota. Não vai ser agora que vou deixá-lo. Falando com um amigo, chegamos à conclusão de que a culpa de o Grêmio não ganhar mais títulos pode ser nossa. Afinal, desde 2002, quando começamos a acompanhar de verdade o clube, ele não ganhou mais nada que preste e ainda caiu para a Série B. E nem por isso eu desisti. Estou aqui vivendo de Gauchões, vagas para a Libertadores e eliminações nas semifinais. Uma frase que li esses dias no Twitter (tenho aprendido muita coisa nele, algumas pouco produtivas) resume bem o porquê disso tudo: “meu amor pelo Grêmio é mais Imortal que o próprio time!”. E vai ver é verdade mesmo.
Sobre o desafio: terei que pensar em outra coisa ainda. Sei lá, quem sabe dar uma caminhada, dançar (minha nossa, muito tenso), praticar tiro ao alvo (sempre quis fazer isso) ou comemorar uma vitória do Tricolor, que me dói dizer isso, mas já faz tempo que não é mais rotina.
Nooooossa!Realmente, as coisas estão ficando dificeis acho que os jogadores estão se acomodando, não tem mais a mesma vontade de jogar futebol. E isso realmente é muito decepcionante e frustrante.
ResponderExcluirE a culpa não é nossa nada, culpa é desses jogadores que vem pro nosso time e não sabe nem a metade da história do clube, esses sim são os legitimos culpados, não honram a camisa que vestem.
Muito bom teu post, curti mesmo.
:*