Jogadores. Parte importante de um estádio. O Grêmio realizou há pouco uma votação para eleger a Seleção do Olímpico. Confesso que não vi a maioria jogar. Mas, nesses anos de Monumental, presenciei vários jogadores entrarem no gramado. Alguns até melhor se não tivesse visto.
Meu primeiro ídolo, como já disse, foi o Rodrigo Fabri. #VIXI! Mas isso porque ele era o destaque quando fui a primeira vez no Olímpico e naquele jogo marcou três gols.
Depois dele, foi a vez da idolatria ao Galatto. Sim, herói da Batalha dos Aflitos. Vi dois jogos dele. Em seguida veio o Herrera, que eu tenho certeza que no jogo contra o Corinthians, em 2006, comecei o grito chamando por ele (que estava na reserva), que tomou conta do estádio. Eu acho que foi. Ele sempre entrava no segundo tempo e fazia gol.
Já fui querendo ver Saja, Réver, Escudero, Victor, Douglas... Mas, por ironia do destino, meu ídolo de verdade, o Diego Souza, eu vi apenas duas vezes. E uma vez no time adversário, em Grêmio 1x1 Vasco, em 2011. Não tive o privilegio de ver um gol dele no Olímpico, ao vivo.
| Foto tremida, mas é ele ali (até fiz uma seta para identificar hahaha) |
Além disso, vale citar os jogadores de nome que pude ver in loco. Ronaldo, o fenômeno. Um jogo emblemático. Grêmio 3x0 Corinthians, em 2009. Tinha acabado de rolar aquele caso com o travesti, que faleceu. Ronaldo em campo. A torcida fez faixa em “homenagem” e uníssona cantou na hora do minuto de silêncio “Ronaldo viúúúvo”. Tenso. Fora isso, brinco que fui ao estádio e não vi Ronaldo, pois não tocou na bola. Ainda bem.
Outro jogador de renome que vi ao vivo foi Ronaldinho Gaúcho. Sim, esperei muito vê-lo com a camisa do Grêmio, admito. Fiquei muito chateada com o final triste da novela. Mas, enfim. Grêmio 4x2 Flamengo. Um dos meus jogos memoráveis. A MAIOR vaia que já ouvi no Olímpico no anúncio da escalação no telão. Notinhas falsas de dinheiro com a cara dele. Foi muito louco e o Grêmio perdendo. Que virada. Foi de lavar a alma. E mais uma vez, um baita jogador em campo, mas não vi tocar na bola. Obs: também vi R. Gaúcho em Grêmio 0x1 Atlético MG. Claro, as vaias pegaram novamente. Mas nada comparado ao choque do primeiro encontro.
Em 2012, Grêmio x Santos, Neymar em campo. Pode ser considerado como de renome, pois até com Cristo foi comparado. Tirando polêmicas de lado, outra cena emblemática do Olímpico: Neymar e Pará se envolveram em confusão e o camisa 11 dos Santos foi expulso. A cena do jogo foi a saída dele de campo. Pequenininho (parecia menor do que é), saindo calado e 45 mil gritando “pipoqueiro, pipoqueiro”. Neymar ficou menor ainda perante o Monumental em chamas. Mas, não posso deixar de falar do início do jogo. Quando ele entrou para aquecer, todas aquelas criancinhas que ficam no meio do gramado (ou ao menos deveriam ficar) esperando os jogadores entrar, saíram correndo para abraçá-lo, tirar foto e pegar autógrafo. E ele, super atencioso, pacientemente atendeu a todos.
Claro que tiveram inúmeros outros jogadores, com até menos nome, mas que dava vontade ou medo de ir pro estádio ver jogar. Sinto por não ter tido a sorte de ver os grandes jogadores, com títulos e história, como os da Seleção do Olímpico. A torcida fica para que a imponência da Arena reflita no desempenho dos atletas do Grêmio que pisarem no gramado dela. Sejam eles de nomes conhecidos ou apenas de vontade aparente.
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| Agora sim: imagem boa do Diego Souza no Olímpico, com a camisa Tricolor ( |
* Um adendo
É um capitulo de ídolos e jogadores, mas cabe lembrar da Deborah Secco no estádio. Foi em 2008, quando o Roger jogou no Grêmio. Seguidamente ela assistia às partidas na Tribuna de Honra. Ganhou camiseta tricolor com o nome dele e até desfilou no lançamento dos uniformes da temporada. Num dos primeiros jogos dela no Olímpico, eu estava nas cadeiras e vi a muvuca de torcedores e repórteres embaixo da tribuna. Também muito atenciosa abanou e posou para as fotos de todos.
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