Bom, chegamos ao estádio. Hora de enfrentar os flanelinhas, o engarrafamento, a galera correndo no meio da rua. Mas, seja por qual via que tu entre, é bacana ver aqueles grupos de gremistas se encaminhando por estádio, as famílias, aqueles que fazem churrasco na praça ali perto. Nas ruazinhas próximas, surgem aqueles tiozinhos correndo, oferecendo vaga de carro. Para, pergunta o preço. “É 15 pila, doutor”. “Não, muito caro, faz por 10”. Aí segue, de carro, o tiozinho a pé, pra chegar na vaga. Quando vê, ou é na esquina, ou na frente de garagem, ou em cima da calçada. Na pressa, já rolou deixar o carro nessas condições.
Ou uma vez que o carro ficou em uma garagem, lá no fundo. Saímos antes do estádio pra não pegar o engarrafamento da saída, e adivinha?? O carro estava trancado lá dentro. Tivemos que esperar meia hora depois do jogo acabar para os donos dos carros da frente aparecerem e liberarem o caminho. Histórias do Olímpico.
Caminhar até o estádio. Essa é a hora de passar pela galera bebendo, aquele empurra-empurra, cachorro-quente, espetinho de gato, cambista “olha a arquibancada e cadeiraaaa”... Dependendo do horário, se passa na GrêmioMania para ver as novidades. Ou entra direto na fila para acessar o interior do Olímpico. A fila, mulheres de um lado, homens do outro. Passar pela revista. Aqui vem uma pergunta que eu sempre me faço: por que as mulheres levam bolsas gigantes, cheias de bolso e coisas dentro pro estádio? Bah, demora meia hora até a soldada verificar. O negócio é colocar o essencial nos bolsos do casaco e da calça.
Outro fato surreal ocorreu em um jogo de noite, agora não recordo qual. Estava eu me encaminhando para a revista, quando um cara fura a fila feminina. O amigo que estava com ele: “Cara, a entrada é pelo lado de cá”. “Meu, eu quero ser revistado por mulher, né??”. Todo mundo teve que rir.
Ou uma vez que o carro ficou em uma garagem, lá no fundo. Saímos antes do estádio pra não pegar o engarrafamento da saída, e adivinha?? O carro estava trancado lá dentro. Tivemos que esperar meia hora depois do jogo acabar para os donos dos carros da frente aparecerem e liberarem o caminho. Histórias do Olímpico.
Caminhar até o estádio. Essa é a hora de passar pela galera bebendo, aquele empurra-empurra, cachorro-quente, espetinho de gato, cambista “olha a arquibancada e cadeiraaaa”... Dependendo do horário, se passa na GrêmioMania para ver as novidades. Ou entra direto na fila para acessar o interior do Olímpico. A fila, mulheres de um lado, homens do outro. Passar pela revista. Aqui vem uma pergunta que eu sempre me faço: por que as mulheres levam bolsas gigantes, cheias de bolso e coisas dentro pro estádio? Bah, demora meia hora até a soldada verificar. O negócio é colocar o essencial nos bolsos do casaco e da calça.
Outro fato surreal ocorreu em um jogo de noite, agora não recordo qual. Estava eu me encaminhando para a revista, quando um cara fura a fila feminina. O amigo que estava com ele: “Cara, a entrada é pelo lado de cá”. “Meu, eu quero ser revistado por mulher, né??”. Todo mundo teve que rir.
Aaah, outra história de entrada do Olímpico ocorreu em setembro de 2006. Eu estava acostumada a ir pro jogo e comprar na hora a entrada de acompanhante de sócio. E pela primeira vez chegamos e estava esgotada. Tenso, pensa o desespero. Ter vindo de Montenegro e ter que voltar. Eu, meu tio que é sócio e meu primo que na época tinha nove anos e entrava de graça. Claro, era isso. Até 12 anos, passava por baixo da catraca e não pagava. O combinado era que meu primo ia passar e depois eu tinha que me abaixar e ir. Siiim, eu com quase 15 anos, quase 1m80, passando embaixo da catraca. Muito tenso. Mas fui, não ia voltar pra casa e perder o jogo. O guri passou e lá fui eu, toda dobrada. Quando passei por baixo, a tiazinha que controla já gritava: “Não, não, pode voltar, tu não tem 12 anos!!!”. A cena era: um fluxo imenso de pessoas tentando entrar no estádio e eu voltando, no sentido inverso, atrapalhando tudo. “Mas moça, não tem mais ingresso”. “Ah, não adianta, tem que falar com o responsável, é aquele ali”.
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| Vista do bar das cadeiras: galera chegando no pátio do Monumental |
Fomos falar com o cara. Meu tio explicou que era sócio, que tínhamos vindo do interior e que não podia me deixar do lado de fora. Eu me propus a pagar para ele a entrada, pois a minha intenção era ver o jogo, não calotear o Grêmio. Ele disse que não podia cobrar, que era tudo computado. Mas ficou com pena e me deixou entrar de graça. Fomos até a catraca da discórdia e ele autorizou a minha entrada. Sim, entrei sem pagar. Naquele jogo, tenho certeza, o número do público total informado estava errado, pois faltava eu. No fim, deu tudo certo. E vi o Grêmio ganhar do Botafogo por 4x0. Eles é que tinham que me agradecer.
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