Eu já vinha a uns dois anos planejando um post assim. Originalmente, seria uma homenagem ao Dia dos Pais, já que eu havia ido com meu pai ao Olímpico. Porém, a ideia acabou sendo totalmente reformulada e de um projeto, surgiram dois textos.
Fui deixando arquivado e quando me dei conta, agora em abril de 2012, de que esse era o último ano do Olímpico, achei que seria uma espécie de homenagem, uma forma de deixar viva a lembrança, enfim, vi que era hora de dar prosseguimento ao texto e postá-lo.
Fui deixando arquivado e quando me dei conta, agora em abril de 2012, de que esse era o último ano do Olímpico, achei que seria uma espécie de homenagem, uma forma de deixar viva a lembrança, enfim, vi que era hora de dar prosseguimento ao texto e postá-lo.
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| Uma das fotos mais perfeitas que eu já tirei *-* hahaha |
O texto será dividido em etapas, como uma série, para não ficar tão maçante a leitura. O objetivo principal é deixar registrada a memória das vezes em que fui ao Monumental, aproveitando para compartilhar algumas situações habituais, que quase sempre se repetem nos jogos, e outras engraçadas. É uma forma de deixar registrado aquilo que aconteceu e, ao mesmo tempo, dividir com outras pessoas a emoção de estar no estádio do teu time.
No último ano do Olímpico, eu completei minha 50ª ida ao estádio. Foi na partida contra o Lajeadense, pelo 1º turno no Gauchão, no dia 21 de janeiro. Infelizmente, o Grêmio perdeu por 2x0. Esse era o time: Victor; Mário Fernandes, Saimon, Douglas Grolli e Julio Cesar; Fernando (Marquinhos), Léo Gago, Marco Antônio (Yuri) e Douglas; Kleber e Miralles (Leandro); treinado por Caio Jr.
Meu primeiro jogo no Monumental foi em 2002. Dia 08 de setembro, mais precisamente. Ganhamos de 4x0 do Corinthians, com três gols do Rodrigo Fabri e um do Rodrigo Mendes. Jogavam: Danrlei, Adriano, Gilberto, Pedrinho, Roger, Ânderson Lima (Gavião), Emerson, Fernando (Rodrigo Mendes), Rodrigo Fabri (Élton), Tinga e Adriano Chuva e o técnico era o Tite.
Lembro como se fosse hoje, chegar no estádio e ir aos camarotes. Sinceramente? Além disso, lembro, na verdade, do cachorro-quente que eu comi e do picolé que eu ganhei do presidente da Federação Gaúcha de Futebol da época, Emídio Perondi. Me achei muito importante
hahaha Também recordo de, sentada nas cadeiras do camarote, ver os braços das pessoas que estavam à frente, nas cadeiras centrais, levantando na comemoração dos gols. E só. Time, táticas, esquema de jogo, adversário, competição?? Nem sabia o que eram... Esse time do Corinthians tinha o Vampeta e era treinado pelo Parreira. Foi em 2002 que eu comecei a acompanhar futebol. E lembro que o Rodrigo Fabri foi meu primeiro ‘ídolo’ hahahaha
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| Camarotes em Grêmio 3x0 Flamengo, em 2006 |
Lembro como se fosse hoje, chegar no estádio e ir aos camarotes. Sinceramente? Além disso, lembro, na verdade, do cachorro-quente que eu comi e do picolé que eu ganhei do presidente da Federação Gaúcha de Futebol da época, Emídio Perondi. Me achei muito importante
Depois desse jogo, só voltei ao Olímpico em 2005. Mais uma pausa e, aí sim, veio 2006. No domingo de Páscoa, não esqueço, seria a estreia do Grêmio no Brasileirão. Contra o Corinthians. Estávamos almoçando, quando começou uma movimentação de tio e primos para ir ao estádio. “Ah, eu vou também! Posso, mãe?”, eu disse. Ela não gostou da ideia. Lembro que alguém perguntou. “Por que não? Vamos junto sim”. “Então vai perguntar pro teu pai”. Corri no pai e ele deixou
Uhul. E foi assim que eu comecei, definitivamente, minhas idas ao Olímpico. Vi o Grêmio ganhar de 2x0. A partir daí, no ano de 2006, fui a mais quatro jogos. Dois deles muito marcantes, ambos em novembro.
O primeiro, dia 05/11, meu primeiro Grenal no estádio. Pensa na emoção e no nervosismo também. Confesso que eu prestei muita atenção na torcida do Inter, morrendo de medo que derrubasse os tapumes e se juntasse com a Social hahahaha Ah, o Grêmio perdeu, infelizmente. O outro jogo marcante foi no dia do meu aniversário. 26/11/2006, estava completando 15 anos. Um ano antes, Batalha dos Aflitos. Agora, Grêmio x Flamengo e se o Tricolor ganhasse, garantia vaga na Libertadores 2007. Como na primeira vez, fui nos camarotes e vi o Grêmio meter 3x0. Mais um presentão.
Mas enfim, essa foi uma extensa introdução das minhas idas ao Olímpico. Um pouco de como tudo começou. Claro que existem inúmeras histórias relativas aos jogos, pois cada planejamento de jogo era realizado com muita antecedência, e muitas vezes dava um baita trabalho conseguir carona/conseguir alguém para me levar hahahaha
Então, nos próximos dias estarei postando uma espécie de guia do estádio. Situações comuns e engraçadas que quase sempre ocorrem. Essa é uma forma de homenagear o Olímpico, que no próximo ano não estará mais fisicamente presente. Sei que a Arena é necessária e com ela acredito que muitos novos anos de glória virão. Porém, não posso negar que sempre sonhei em levar meus filhos ao Olímpico, sentar com eles no concreto da Social e, depois, assistir ao jogo em pé hahaha Infelizmente, não conseguirei realizar, mas tenho certeza que a Arena será um novo começo para todos nós gremistas e os títulos que ganharemos ali compensarão a falta do bom e velho Monumental.
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- 59 jogos: 38 vitórias - 10 derrotas - 11 empates
- Partidas: 14 no Gauchão; 40 no Brasileirão; 4 na Libertadores; 1 na Copa do Brasil
- 71% aproveitamento
- Gols: 129 - pró / 47 - contra / 82 de saldo



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